Programa Paralelo | PADRÃO. Casa-Obsessão
Detalhes
PREÇO
Público Geral
5,00€
Estudantes | Professores | Reformados
2,50€
Atividade sujeita a marcação prévia
comunicacao@padraodosdescobrimentos.pt
213 031 952
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Sobre o evento
Visitas Conversadas | Exposição «PADRÃO. Casa-Obsessão»
PRÓXIMA VISITA

20 SETEMBRO | TAP, uma companhia aérea algures entre o mar, o céu e a lua| 11h00
Com Pedro Gentil-Homem, Ellen Sapega e Sofia Diniz
TAP, uma companhia área algures entre o mar, o céu e a lua
A aviação assumiu-se como sucessora da náutica e o termo aeronáutica reflete a sua origem.
Assim, foi com naturalidade que a expansão marítima portuguesa assentou na imagem da companhia aérea TAP e em várias congéneres internacionais.
Esta visita estará centrada na relação entre o Padrão dos Descobrimentos e a TAP, que escolheu o monumento para algumas iniciativas publicitárias, que incluíram até astronautas norte-americanos
VISITAS SEGUINTES
18 OUTUBRO | | 11h00
Com Ellen Sapega e Álvaro Domingues
25 OUTUBRO | | 11h00
Com Nuno Domingos
8 NOVEMBRO | 11h00
Com Sofia Sampaio
15 NOVEMBRO | 11h00
Com Inocência Mata
29 NOVEMBRO | 11h00
Com Ana Paula Tavares
6 DEZEMBRO | 11h00
VISITAS ANTERIORES

31 MAIO | O Padrão dos Descobrimentos: Interpretações e apropriações | 11h00
Com Ellen W. Sapega
Nesta visita conversada, comentaremos algumas das contribuições para o caderno da exposição com destaque particular nas imagens e objetos que pretendem recontextualizar o Padrão dos Descobrimentos com ironia e humor.

7 JUNHO | | 11h00
Com Ellen W. Sapega e Eduardo Cintra Torres
O Padrão dos Descobrimentos é, há décadas, um dos símbolos mais apropriados pela publicidade portuguesa e internacional.
Nesta visita conversada, vamos descobrir como um monumento se transforma em logótipo, em ícone da cidade e em argumento de marca. E perceber por que razão publicitários, designers e empresas escolhem esta imagem para comunicar Portugal ao mundo.

21 JUNHO | Navegantes do espaço, realeza e outras estrelas em Lisboa | 11h00
Com Com Ellen W. Sapega e Annarita Gori
Astronautas americanos, o Rei de Espanha e uma banda brasileira de rock psicadélico foram alguns dos ilustres visitantes do Padrão dos Descobrimentos desde 1960.
Esta vista conversada desvenda a razão destas e de outras viagens mediáticas a um monumento tornado ícone nacional e internacional.

5 JULHO | Portentosos monumentos, volumes descomedidos e alturas estupendas | 11h00
Com Sofia Diniz e João Paulo Martins
Defense du Canal de Suez, Marine-Ehrenmals, Monumento al Marinaio d’Italia. Evocando faróis, velas e embarcações, esta linhagem de monumentos, de composição acentuadamente vertical, está espalhada pelo mundo e tem os seus ecos em Portugal.
De Sagres a Belém, nesta visita, siga as origens e ideia do projeto de homenagem ao Infante D. Henrique, que culminou com a construção definitiva do Padrão dos Descobrimentos em 1960.

19 JULHO | Os rapazes do Padrão, julho de 1984 | 11h00
Com Margarida Kol e Carlos Bártolo
Em julho de 1984, a banda britânica, Spandau Ballet veio a Lisboa para promover o álbum «Parade», no programa da RTP «A Festa Continua», apresentado por Júlio Isidro, no Estádio do Restelo.
Em Belém, os cinco rapazes posaram junto ao Padrão dos Descobrimentos, encontrando uma curiosa semelhança com a capa do seu disco e, noutro paralelismo, com uma foto de Mário Novais, durante a construção do monumento, em 1960.
Nesta visita cruzam-se as referências do design, da comunicação, com a política e história.

13 SETEMBRO | O fantasma do Padrão e o Portugal pitoresco de João Abel Manta| 11h00
Com Paulo Jorge Fernandes e Margarida Kol
Em 1970, um conjunto de cartoons da autoria de João Abel Manta evocou várias personalidades conhecidas da vida coletiva nacional. Nesta série, com o título de “Portugal pitoresco”, aparece o “fantasma do Infante” Dom Henrique associado ao Padrão dos Descobrimentos.
Este “fantasma” encontra-se sentado no topo do Padrão aos pés do Infante de pedra, quase a resvalar em direção ao rio, ameaçando cair, mas ao contrário da glória exibida pelo verdadeiro Infante, o “boneco” de Manta tem um ar ameaçador e zangado.
Nesta visita conversada, Paulo Jorge Fernandes dará o contexto da obra de João Abel Manta e a sua dimensão quase profética de um Portugal nas vésperas da revolução de 1974.
