OLHO Belém
21 Janeiro 2021 - 28 Fevereiro 2022
Sobre o evento
Passear um novo olhar pela cidade
“Olho, logo, descubro”.
É assim que o Padrão dos Descobrimentos desafia este novo ano, lançando uma exposição digital. Um novo olhar sobre Belém nasce de passeios com olhos postos em novos ângulos sobre uma zona aparentemente por todos conhecida.
Quando algo nos capta o olhar, muitas vezes ainda nem sabemos muito bem o que estamos a ver. A curiosidade que nos prendeu não está presa à teoria da morada, à precisão do número, à cronologia da época, à memória da história. Ainda.
Nem que seja por um segundo, só vemos cor, forma, caras, olhos em janelas, portas, estranheza, humor, linhas curvas como folhas. É essa intuitividade que esta galeria digital do Padrão dos Descobrimentos pretende inspirar, lembrando esse movimento genuíno de que é feita a sensação de descoberta.
Através de reportagens fotográficas de lente arquitetónica e curiosa com as formas, texturas, recantos e particularidades de Belém, a sensibilidade do olhar caminha lado a lado com a sofisticação (foto)gráfica para dar (re)descobrir a zona e proporcionar um passeio, ainda que digital mas agora tão necessário, pela mesma.
Olho Belém é uma exposição digital, com curadoria de Oland
Galeria
Olho a harmonia de arcos e uma pitoresca janela, na fachada de uma casa na rua Fernão Mendes Pinto, em Belém.
Olho as rugas e o jogo de xadrez do passeio da rua da Junqueira, em frente ao hospital Egas Moniz.
Olho “Além”, no pavimento do passeio ribeirinho de Belém, rumo ao Padrão dos Descobrimentos. “Ninguém nunca pensou no que há para além Do rio da minha aldeia. O rio da minha aldeia não faz pensar em nada. Quem está ao pé dele está só ao pé dele.” Alberto Caeiro
Olho “Além”, no pavimento do passeio ribeirinho de Belém, rumo ao Padrão dos Descobrimentos. “Ninguém nunca pensou no que há para além Do rio da minha aldeia. O rio da minha aldeia não faz pensar em nada. Quem está ao pé dele está só ao pé dele.” Alberto Caeiro
Olho o contraste de sombra e luz nas linhas modernas e sóbrias da fachada do Centro Cultural de Belém.
Olho um pequeno sorriso, sentado no Jardim da Praça do Império, em Belém.
Olho um par de bonitos pináculos a marcar o telhado de um edifício na rua da Correnteza, em Belém.
Olho o zigue-zague de escadas do jardim Ducla Soares, que se desenrola na orla da Capela de São Jerónimo, a partir do topo da Colina de São Jerónimo. Esta, é uma das que não figura no grupo das sete colinas de Lisboa.
Olho a idade de uma porta do conjunto das Galerias Municipais de Lisboa.
Olho o sol de inverno na calma da fachada mais recôndita do Mosteiro dos Jerónimos, em Belém.
Olho um gato esculpido nos ornamentos decorativos de uma das portas sul do Mosteiro dos Jerónimos, em Belém. O plano geral do Mosteiro é do arquitecto Boitaca, ativo até 1516, responsável pela decoração emblemática de elementos reais, de exaltação das Descobertas e símbolos de cariz naturalista e realista. Segue-se-lhe o arquiteto João de Castilho, que imprime uma linha artística entre a tradição do gótico final e a corrente renascentista.
Olho uma montra de azulejos, num dos muros da Fábrica de Cerâmica de Sant’ana, em Belém. Após o terremoto de 1755, a necessidade de reconstruir Lisboa deu a esta fábrica um importante papel, estando os seus azulejos, ainda hoje, presentes em muitos edifícios da Baixa lisboeta, palácios e igrejas.
Olho parte do apogeu da arquitectura manuelina em Belém, na fachada dos Mosteiro dos Jerónimos: uma das principais igrejas-salão da Europa.
Olho um símbolo de amor na esquecida rua das Terras, em Belém.
Olho a imponente fachada do edifício do Ministério da Defesa Nacional, em Belém.
Olho a Florida em Belém, numa fachada da rua dos Cordoeiros a Pedrouços.
Olho um par de animais e as simpáticas geometrias do Museu de Arte Popular. Após a Exposição do Mundo português, a intenção era que o MAP se tranformasse num museu vivo, «de acção permanente e impulsionadora, destinado a revigorar aquelas forças criadoras que construíram a nacionalidade», não se destinando «somente a conservar mas a revelar o que é e o que vale o nosso povo, a mostrar Portugal aos portugueses» (ANTT – Secretariado Nacional de Informação 1944, cx. 4306).
Olho uma pitoresca fachada, escondida num beco da Calçada da Boa Hora, em Belém.
Olho D. Nuno Alvares Pereira, o Santo Condestável, erguido entre a Torre de Belém e a Ermida de São Jerónimo. Em 1383, assume o comando do exército português e derrota os espanhóis em Atoleiros e Aljubarrota, preservando assim a independência de Portugal. Mais tarde, D. Nuno Álvares Pereira dedica-se à vida religiosa.
Olho um grande peixe na calçada do Jardim da Praça do Império, em Belém.
Olho um abraço original, na entrada da Casa Pia, em Belém. Amplexo é o nome deste mural, criado por Add Fuel, e quer dizer precisamente “abraço”, simbolizando assim a segurança, conforto e afecto que este gesto transmite.
Olho janelas e portas abertas na fachada do Arquivo Histórico Ultramarino, na Calçada da Boa Hora, em Belém. O A.H.U é responsável por cerca de 16 km de documentação textual e de imagem relativa aos portugueses e aos povos com quem se relacionaram, entre o final do séc. XVI e 1974-1975.
Olho um pedido no pavimento do Centro Cultural de Belém.
Olho a montagem de formas e blocos da Casa no Restelo, distinguida com Menção Honrosa do Prémio Valmor 2015, em Belém. A sua construção é da autoria do atelier Mafalda Batalha Arquitectos.
Olho um elefante no exterior do Museu de Arte Popular, em Belém, parte da fonte decorativa desenhada por Cottinelli Telmo em 1943.
Olho um par de mãos penduradas numa robusta porta na Rua do Embaixador, em Belém.
Olho uma figura feminina de postura vigorosa, no topo da fachada sul do Palácio Nacional de Belém. O seu primeiro proprietário foi D. Manuel de Portugal, filho dos condes de Vimioso. Em 1726, D. João V comprou toda a propriedade, assim como várias quintas próximas. A partir de então, passou a ser morada para temporadas da família real.
Olho a cor viva de azulejos de fachada, na rua do Embaixador, em Belém.
Olho uma camponesa de perto, num dos baixos relevos de representações de atividades rurais da fachada do Museu de Arte Popular, da autoria de Júlio de Sousa. Escultor, pintor, compositor e poeta português (1906-1966).
Olho as formas redondas dos arcos de fachada do Museu de Arte Popular, nascido da reformulação do antigo pavilhão da “Secção da Vida Popular” criado para a Exposição do Mundo Português de 1940.
Olho um rosto ao sol, na bonita fachada da pastelaria Versailles, situada na esquina entre a Rua da Junqueira e a Calçada da Ajuda, em Belém, desde janeiro de 2017.
Olho a textura dos materiais e o decoro dos ornamentos de uma janela de fachada , na rua do Embaixador, em Belém.
Olho um caricato par de olhos, na Calçada da Boa Hora, em Belém.
Olho a fachada da Fábrica de Cerâmica de Sant’ana, em Belém. Esta fábrica produz todas as suas peças por métodos inteiramente artesanais desde 1741.
Olho o “belo” à beira do Tejo, no pavimento da zona ribeirinha de Belém. Nele, lê-se Alberto Caeiro: “O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia, Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia, Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia.”
Olho um dos quatro anjos da base do monumento erigido em homenagem a Afonso de Albuquerque, no jardim de seu nome, em Belém. O monumento foi inaugurado a 3 de Outubro de 1902, sendo a parte escultural da autoria de Costa Mota.
Olho uma misteriosa casa nobre em ruínas, na Calçada da Boa Hora, em Belém. O seu nome resulta da mudança dos Eremitas Descalços de Santo Agostinho para esta zona, após o terramoto de 1755.
Olho uma das coloridas portas das Galerias Municipais da Avenida da Índia. As Galerias Municipais procuram potenciar diferentes temporalidades através de exposições com durações variáveis, bem como encontros discursivos, performances, residências e publicações.
Olho uma mensagem de fé num barco aportado na Doca de Pedrouços, em Belém.
Olho a majestosa ponte 25 de Abril - inaugurada em Agosto de 1966 - a partir da ponte pedonal entre o Café In e a rua Mouzinho de Albuquerque, em Belém.
Olho um dizer bem-vindo, no páteo da Fábrica de cerâmica artística Sant’ana, fundada em 1741, em Belém.
Olho Afonso de Albuquerque, Duque de Goa, a pairar sobre a árvores do seu jardim, em Belém.
Olho a tradicional rua da Junqueira a partir do actual Museu dos Coches, em Belém.
Olho uma antiga “boca” de correio, aberta no muro de entrada na Calçada da Boa Hora, de quem vem da Junqueira, em Belém.
Olho a harmonia com que se integram as linhas do Maat na linha do horizonte da frente ribeirinha de Belém. O edifício foi desenhado pelo estúdio de arquitetura londrino Amanda Levete Architects.
Olho a voz de Sophia de Mello Breyner Andresen.
Olho uma pitoresca casa na Avenida da Índia, em Belém.
Olho o estilo neogótico da janela de fachada do edifício da Liga dos Amigos do Hospital Egas Moniz, em Belém.
Olho uma trabalhada porta na Travessa de Santo António à Junqueira, em Belém.
Olho a generosidade ornamental da igreja manuelina do Mosteiro dos Jerónimos.
Olho um luminoso busto em Belém, no topo do portão de uma grande casa na calçada do Galvão.
Olho a torre da igreja de Nossa Senhora das Dores, na rua do Embaixador, em Belém.
Olho a fachada da casa onde nasceu o aviador Gago Coutinho, na calçada da Ajuda.
Olho a Central Tejo, à espreita por entre o verde do jardim projetado pelo arquiteto paisagista libanês Vladimir Djurovic.
Olho um “rosto“ com uns grandes “olhos“, numa robusta e ornamentada porta, na rua de Belém.
Olho a pitoresca fachada do Palácio de Belém, a partir do jardim Afonso de Abuquerque. Depois do terramoto de 1755, o interior do palácio serviu como hospital.
Olho uma letra da tipografia que sinaliza a estação ferroviária de Belém e a sua integração no contexto mais contemporâneo da zona.
Olho a carga ornamental da Torre de Belém. A construção de uma fortaleza na margem norte do Tejo estava prevista desde o tempo de D. João II, mas foi no reinado de D. Manuel I que Francisco de Arruda, um arquiteto experiente em estruturas defensivas, projetou e dirigiu as obras de execução da Torre dedicada a São Vicente.
Olho uma gaiola na rua do Embaixador, em Belém.
Olho os ângulos e formas rectas do contemporâneo Centro Cultural de Belém, projectado por Vittorio Gregotti e Manuel Salgado.
Olho mensagens no chão, no topo sul da Rosa-dos-Ventos , mesmo em frente ao Padrão dos Descobrimentos. Duas inscrições recordam a oferta da Rosa-dos-Ventos pela União da África do Sul em 1960, e o posterior restauro, em 1994, aquando das Comemorações de Lisboa Capital Europeia da Cultura.
Olho um “Até amanhã camaradas” numa embarcação aportada na Doca de Pedrouços, em Belém.
Olho os motivos gráficos de azulejos de fachada, na travessa da Saúde, em Belém.
Olho ao pormenor a vivacidade de cores, texturas e materiais da fachada da Academia Familiar, em Belém.
Olho São Pedro Gonçalves, patrono dos pescadores, resguardado perto da Ciclovia do Mar, em Belém.
Olho uma expressão caricata em Belém, no skatepark de Pedrouços.
Olho a contemporânea fachada mais escondida deste “Centro do Desconhecido”, um polo para a investigação multidisciplinar e translacional no campo da biomedicina, da Fundação Champalimaud.
Olho camponeses na fachada do Museu de Arte Popular, em Belém. Trata-se de um dos painéis escultóricos com representações em baixo e médio relevo de várias actividades rurais. O projeto de concepção do museu contou com a colaboração de uma extensa equipa de “decoradores-pintores”: Carlos Botelho, Eduardo Anahory, Estrela Faria, Manuel Lapa, Paulo Ferreira e Tomás de Mello.
Olho uma bonita janela e a textura das suas portadas, na rua da Praia de Pedrouços, em Belém.
Olho o Padrão dos Descobrimentos, a partir do Jardim da Praça do Império. Antes de ser um jardim, começou por ser na ideia de Cottinelli Telmo, assim: “O jardim deveria ser de uma grande simplicidade. Ter inteireza. Nada de retalhos, de jardim público de bairro insignificante“. (in Cottinelli Telmo, Jardim da Praça do Império. [dact.], p. 1, espólio Cottinelli Telmo – IHRU).
Olho uma pilha de formas arredondadas de potes de pesca, na Doca de Pedrouços, em Belém. A exploração oficial deste porto de pesca teve início a 29 de agosto de 1966, pela Docapesca.
Olho um arco-íris inspirador em Belém, no skatepark de Pedrouços.
Olho a idílica paisagem da Ponte 25 de Abril e o Cristo Rei, a partir do passeio ribeirinho de Belém.
Olho o povo, representado numa das bicas do Chafariz da Memória, em Belém.
Olho a fluidez arquitetónica do Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia, em Belém, desenhado pelo estúdio de arquitetura londrino AL_A (Amanda Levete Architects).
Olho “luz” na calçada, mesmo em frente ao Maat. A obra Placed on Either Side of the Light, de Lawrence Weiner, encontra-se permanentemente instalada no passeio ribeirinho de Belém.
Olho a imponente robustez, estrutura e detalhe da entrada do Museu Nacional de Arqueologia, em Belém.
Olho uma das canhoneiras do baluarte da Torre de Belém.
Olho um pitoresco cenário no Largo da Memória, em Belém.
Olho um triângulo gigante em Belém. O Monumento aos Combatentes do Ultramar foi inaugurado em 1994, representando-se assim a homenagem de Portugal a todos os combatentes que ao longo da história protegeram os ideais nacionais.
Olho as formas e geometria da luz e fachada do Centro Cultural de Belém.
Olho uma elipse gigante em Belém. Uma das muitas janelas abertas na fachada da Fundação Champalimaud.
Olho a abóbada da igreja da Memória à espreita, através da rua da Correnteza, em Belém.
Olho o céu de ornamentos da fachada do Mosteiro dos Jerónimos.
Olho a forma redonda e viva de um dos pequenos faróis que baliza a Doca de Pedrouços, em Belém.
Olho uma parte da pitoresca fachada da Galeria Avenida da Índia, em Belém, uma das Galerias Municipais da EGEAC. Para além desta, as Galerias Municipais são compostas pelo Pavilhão Branco, a histórica Galeria Quadrum, a Boavista, o e Torreão Nascente da Cordoaria Nacional. Destinam-se à promoção e à divulgação das Artes Visuais, numa abordagem multidisciplinar.
Olho o afunilar da ponte pedonal dos Coches, arquitectada em 2019 por Paulo Mendes da Rocha e Ricardo Bak Gordon
Olho o marco das instalações de pesca de Pedrouços, a pontuar o percurso pedonal da Doca Pesca, nas traseiras da Fundação Champalimaud, em Belém. Estas instalações de pesca foram inauguradas em Junho de 1960, pelo chefe de estado Américo Tomás.
Olho o pormenor da robustez da entrada da igreja do Mosteiro dos Jerónimos, em Belém.
Olho a colorida fachada da Associação Cultural e Recreativa Academia Dramática Familiar 1 De Novembro De 1898, na Rua da Praia de Pedrouços, em Belém.
Olho um macaco entre cores, no mural feito pelo artista Edis One, no CBB - Galeria Arte Periférica - em Belém, pela sua exposição “It makes Sense”, fruto de uma introspeção do seu percurso e da sua perspetiva das coisas. Atualmente, Edis One desenvolve o Original Extinction Art Project, que pretende sensibilizar para a extinção de espécies no planeta.
Olho o farol da estação fluvial de Belém à espreita no horizonte, através da ponte da estação ferroviária.
Olho o pormenor de uma janela em Belém, na Rua da Junqueira.
Olho os motivos da fonte do Jardim da Praça do Império.
Olho uma colorida mulher num painel de azulejos, em Belém. Obra projectada pela Galeria Ratton a partir de um projecto da artista plástica Menez (nome artístico de Maria Inês da Silva Carmona, 1926-1995) com poemas de Sophia de Mello Breyner no exterior.
Olho um tubo gigante em Belém, na Fundação/Centro Champalimaud, arquitectada por Charles Correa. Nas palavras do arquitecto, “...para acolher estas atividades pioneiras, nós tentámos criar uma peça de arquitetura. Arquitetura como escultura. Arquitetura como beleza. Beleza como terapia."
Olho um peixe fantástico, na Rosa-dos-Ventos, em Belém. Inaugurada em 5 de Agosto de 1960, a Rosa-dos-Ventos foi desenhada no atelier do arquitecto Luís Cristino da Silva e oferecida pela República da África do Sul, país que se associou às comemorações em homenagem ao Infante.
Olho geometrias e painéis na entrada do Museu de Arte Popular, em Belém, nascido da reformulação do antigo pavilhão da “Secção da Vida Popular” criado para a Exposição do Mundo Português de 1940.
Olho as texturas de uma pitoresca fachada na rua Correnteza, em Belém.
Olho um novo ângulo do Mosteiro, a partir do Largo dos Jerónimos.
Olho um leão, figura principal (bica) do chafariz do Palácio de Belém.
Olho o Museu da Eletricidade a partir do Maat, em Belém.
Olho uma mensagem nada inocente em Belém, na fachada do “À Margem” e da autoria de Roland Barthes.
Olho a Torre de Belém a partir do Tejo.
Olho um guaxinim em Belém, criado a partir de lixo por Bordalo II.
Olho o Padrão dos Descobrimentos a partir do Tejo.
Olho uma estátua no Jardim Botânico Tropical, a partir da Calçada do Galvão. O espaço oriental deste jardim foi construído quando o albergou a Secção Colonial da Exposição do Mundo Português, evoca ndo o oriente através de flora das ex-colónias asiáticas.
Olho um dos bancos do Jardim da Praça do Império. Antes de ocuparem a zona de Belém, estes bancos estavam na Praça do Comércio. Projetados por Ressano Garcia e J.L. Monteiro em 1895, lá permaneceram até ao final da década de 30 do século passado, altura em que as obras de alteração do local fizeram com que fossem deslocados para os jardins de Belém.
Olho um convite à dança, ao passar pela doca de Belém.
Olho o edifício Espelho d’Água, em Belém. O original, do arquitecto António Lino, era estruturado por dois volumes afastados entre si, unidos por um terceiro que servia de entrada. Foi construído para servir como restaurante e cinema ao ar livre durante a Exposição do Mundo Português, em 1940.
Olho um par de figuras no portal do Mosteiro dos Jerónimos, entretidos a prestar homenagem à Virgem. Profetas, apóstolos, doutores ou padres?
Olho a fachada do Palácio dos Condes da Calheta, antiga entrada do Museu e Jardim Agrícola Colonial. Em 1940, o espaço serviu como Pavilhão da Caça e do Turismo da Exposição do Mundo Português, com os seus tanques a exporem crocodilos e a mostrar várias geografias coloniais portuguesas pelos jardins, para além da Casa da Direção exibir jaulas com leões.
Olho o o colorido padrão de azulejos de fachada do edifício dos pastéis de Belém.
Olho a igreja da Memória, assim designada para lembrar o atentado sofrido pelo rei D.José, do qual escapou. Aqui descansam os restos mortais do Marquês de Pombal, desde 1923.
Olho cor, formas e ornamentos de um par de janelas do Mosteiro dos Jerónimos, em Belém.
Olho as linhas simples e letras coloridas do farol da Estação Fluvial de Belém, construída em 1936 como cais de apoio à Exposição do mundo Português.
Olho um novo ângulo das linhas e verdes do Centro Cultural de Belém.
Olho a pitoresca fachada de um prédio na Rua do Embaixador, em Belém.
Olho a forma redonda do Planetário Calouste Gulbenkian, em Belém.
Olho uma cara na colorida porta da esquina entre a Rua da Junqueira e a Calçada da Ajuda.
Olho um elefante de perto, no Museu de Arte Popular em Belém, vindo da entrada dos pavilhões coloniais de 1940.
Olho cavalos no Jardim da Praça do Império, em Belém. Construído pela Exposição do Mundo Português, em 1940, este jardim será alvo de obras com o objectivo de, segundo o atelier responsável, retomar o traçado de Cottinelli Telmo, recuperando o seu conceito original.
Olho o painel de azulejos à entrada do Comando do Corpo de Intervenção da PSP na Calçada da Ajuda. Segundo quem o guarda, bem como elementos que retrata, é alusivo à 1ªGuerra Mundial.
Olho a fluidez de formas do exterior do Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia em Belém, desenhadas pelo atelier de arquitetura Amanda Levete Architects.
Olho as curvas e linhas de ‘L’Arbre biplan’, à entrada do Museu Coleção Berardo, em Belém. Esta “árvore” é obra de Jean Dubuffet, do final dos anos 1960.
Olho a extraordinária abundância de formas e ornamentos náuticos, religiosos e régios do Mosteiro dos Jerónimos.
Olho um novo ângulo do Museu dos Coches, em Belém. Obra dos arquitectos Paulo Mendes da Rocha e Ricardo Bak Gordon.
Olho uma pitoresca janela térrea em Belém, na rua das Terras.
Olho a forma arredondada e cinematográfica do prédio que marca a esquina entre a Rua 3 e a General Massano de Amorim.
Olho em pormenor a fachada de uma casinha na Calçada do Galvão, em frente à Igreja da Memória.
Olho a fachada da escola Dom Nuno Álvares Pereira, na rua Alexandre de Sá Pinto. Dom Nuno, também designado por Santo Condestável, venceu os espanhóis em duas batalhas, Atoleiros e Aljubarrota, assegurando a independência de Portugal e a coroa para D. João I.
Olho a mistura de azulejos de fachada, na rua das Terras.
Olho os pormenores decorativos de uma porta na rua de Belém.
Olho o Chafariz da Memória, inaugurado a 3 de Junho de 1850. Obra do arquitecto régio Possidónio da Silva.
Olho um animal, pormenor de estética rural, na fachada sul do Museu de Arte Popular. Este, nasceu da reformulação do antigo pavilhão da “Secção da Vida Popular”, criado para a Exposição do Mundo Português de 1940.
Olho uma figura estranha ao fundo da Travessa do Marta Pinto, sentada no muro do Jardim Botânico Tropical.
Olho cores e motivos de azulejos de fachada, na Calçada da Ajuda.
Olho um pequeno prédio em Belém, na rua dos Quartéis. O nome da rua deve-se ao facto de ser vizinha dos quartéis ali sediados: o Quartel do Regimento de Infantaria de Lippe, de 1763, e o Quartel de Infantaria e Cavalaria do Regimento de Lanceiros de D. Maria II, de 1791.
Olho uma escultura, no topo da fachada do Teatro Luís de Camões na Calçada da Ajuda. Será esta figura de Tragédia ou Comédia?
Olho o pormenor das formas do gradeamento do Jardim Botânico Tropical, a partir da Calçada do Galvão.
Olho a escultura "Central Tejo", por Pedro Cabrita Reis.
Olho uma porta em pormenor, na rua Alexandre de Sá Pinto.
Olho a colorida fachada das instalações do Comando do Corpo de Intervenção da PSP, a partir da Calçada da Ajuda.
Olho cores, formas e composições num mosaico de azulejos de fachada, na rua Alexandre de Sá Pinto.
Olho as formas redondas das janelas do Museu da Electricidade na Avenida Brasília, agora parte do Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT).
Olho uma cara no arco da porta principal do antigo Museu Nacional dos Coches e Picadeiro do Palácio Real de Belém.
Olho as janelas da biblioteca de Belém.
Olho escudos portugueses no topo do Padrão dos Descobrimentos. Cada um tem cinco quinas, envolvidas por uma faixa com 12 castelos e ao centro várias flores-de-lis.
Olho um farol em Belém, visto do Jardim do Japão. Construído para a Exposição do Mundo Português, em 1940.







